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Jonasnuts

Formação em redes sociais

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Workshop/Oficina de formação

 

Introdução à gestão profissional de redes sociais.

 

E em que é que consistirá a formação?

 

Para já, consistirá numa turma pequena. 8 pessoas é o número máximo. É um número suficientemente pequeno para que cada um possa sentir as suas necessidades específicas endereçadas. Por outro lado, é gente suficiente para que haja debate. E o debate é sempre importante.

 

Começamos às 14h00, terminamos às 18h00. Mais coisa menos coisa. A meio lanchamos. 

 

Em Lisboa, no Chiado.

 

Inclui uma introdução onde apuramos o que é uma rede social.
Passamos pelas principais redes sociais.
Pensamos de que forma é que cada entidade deve estar (ou não) em cada uma delas.
Pensamos em objectivos, estratégia, targets e, muito importante, aferição de sucesso. 
É inevitável passarmos por números, KPIs, insights.
Blogs, Facebook, Twitter, Instagram, Linkedin e Youtube.
Afloramos o Pinterest e o Vero e outras que tais.
 
Para quem é esta formação?
 
É para quem quer gerir uma marca, online. Seja uma marca própria (um blog, por exemplo) seja a marca da empresa.
É para quem já assegura a gestão das redes sociais da empresa, porque tem jeito, mas sente que precisa de saber mais.
É para o sobrinho com jeito para os computadores, que criou o facebook da empresa e agora não sabe o que fazer.
 
É para a empresa que colocou a responsabilidade de comunicação nas redes sociais na mão da desgraçada da estagiária, que tem formação em gestão e não pesca nada de redes sociais. 
 
É para quem quer as bases.


Quem quiser mais informações, é usar o jonas@jonasnuts.com

Formação

Este é o primeiro de dois posts.

 

O segundo vem já a seguir (auto-link).

 

Há muitos anos que dou formação. De diferentes maneiras, todas informais.

 

Dei formação quando no princípio das internets era preciso explicar o conceito, era preciso explicar às pessoas o que significava o caracol do mail, era preciso explicar o que era uma homepage e para que é que servia o Terràvista.

 

Dei formação a todos os trainees que me passaram pelas mãos, e ainda foram alguns.

 

Dei formação a muitos bloggers que chegaram até mim só com vontade de ter um blog.

 

Sempre fui boa formadora - não sou gaja de falsas modéstias - por dois motivos; porque gosto genuinamente de ajudar e porque sinto empatia com as dúvidas das pessoas. Na grande maioria dos casos, são dúvidas que já foram minhas e que já tive de esclarecer para mim, ou já foram perguntas para as quais andei à procura de respostas.

 

Já fui desafiada para dar formação sobre inúmeros temas (até sobre RGPD), mas só dou formação sobre temas que, de facto, domino e com que me sinto à vontade. Porque as minhas formações ou workshops não são estáticos, eu não chego, debito a apresentação e já está. As minhas formações têm debate, e perguntas e respostas e mãos na massa. Não se resumem à keynote (ou ao powerpoint, como quiserem). Aliás, até prefiro que saiam do sítio e que fujam e que sejam dinâmicas e que sirvam os propósitos de quem lá está. E gosto de aprender.

 

Há uns anos comecei a investir mais nesta área da formação. Organizei 3 acções de formação, que adapto conforme o cliente e tenho andado pelo país, contente e alegre a dar formação em empresas, escolas, instituições, etc...

 

Comunicação e estratégia digitais.

Prevenção, antecipação e gestão de crises no digital.

Criação e gestão de comunidades.

 

E gosto. Muito. É gratificante. Realiza-me.

 

Tenho sido desafiada a criar acções de formação, workshops, whatever dedicados a particulares. Tenho andado a adiar, a adiar, a adiar, mas há pouco tempo os astros alinharam-se, surgiu uma encomenda e vai ser já no próximo fim-de-semana (falo disso mais detalhadamente no post que se segue auto-link). Vamos ver como corre.

 

Gosto de partilhar conhecimento. Sempre gostei. Sempre o fiz, informalmente. Fazê-lo de forma estruturada e formal é só mais uma forma de partilha.

 

Mas, por mais estruturadas e formais que sejam, agora, as minhas acções de formação terão sempre, sempre, sempre, uma ponta de rasgo, de fora do sítio, de interacção, de batatada e de caos. 

 

Porque sem caos não se vai a lado nenhum.

Olá Samsung, adeus Samsung

Para concluir o tema que tinha pendente com a Samsung (auto-link) vamos lá ao desfecho da coisa.

 

Depois de muita troca de mensagem, por 3 vias diferentes, em que me trataram ora por tu, ora por Jonas ora por D. Maria Nogueira, finalmente a Samsung decidiu que tinha uma resposta definitiva para me dar.

 

E a resposta é clara:

 

Minha senhora.....nunca ouviu falar de obsolescência programada? É que nós somos adeptos ferrenhos, pelo que, se se estragaram as borrachinhas do nosso equipamento ao fim de uns meros 10 anos, a única opção que lhe resta, é comprar um equipamento novo.

 

Não foi bem assim que disseram a coisa, não usaram estas palavras, mas foi o que me chegou.

 

A mensagem que recebi foi esta:

 

samsung.jpg

Repare-se, "frigoríficos tão antigos" refere-se a um frigorífico com 10 anos. 

 

Quando a minha avó morreu, o meu pai mandou para o lixo o frigorífico de casa da minha avó (se a memória não me falha, um Telefunken). Frigorífico esse que chegou era o meu pai miúdo. Portanto, um frigorífico com mais de 50 anos. Em pleno e eficaz funcionamento.

 

Se o meu frigorífico que precisa de borrachas tivesse 50 anos, eu percebia a resposta da Samsung. Se tivesse 40 ou até mesmo 30 anos, eu também percebia a mensagem da Samsung.

 

10 anos? Um frigorífico com 10 anos é muito antigo?

 

Não é. O que pagamos por um frigorífico não é pouco e é um investimento que estamos preparados para fazer precisamente porque presumimos que o equipamento vai durar uns anos valentes.

 

A Samsung sabe disso, única razão pela qual demorou tanto tempo a responder. Não queria uma crise. Não queria assumir que é ambientalmente inconsciente. Não queria escrever preto no branco que se está borrifando para a satisfação dos clientes a médio e longo prazo. Têm, pelo menos, noção do erro que cometem. Tanto têm que demoraram 15 dias para me dizerem exactamente a mesma coisa que me disseram ao telefone, no centro de assistência da marca. Ao menos no centro de assistência não me fizeram perder tempo.

 

Um amigo com o mesmo problema, por acaso também com um Samsung, tinha comprado borrachas a mais. Ofereceu-me as borrachas e a colocação das ditas cujas. Demorou meia hora. Paguei o almoço.

 

Meia hora e €20 em borrachas é o que Samsung entende por "impossível de substituir, compre um frigorífico novo". 

 

Uma marca que não consegue construir equipamento que dure e, em cima disso, que não consegue ter uma resposta económica e ambientalmente responsável é uma marca que não merece ter clientes.

 

Pela parte que me toca, adeus Samsung.

Mudar de Vida

cnf.jpg

 



Primeiro os disclaimers.

Sou fanzoca da Cocó há anos. Fui ver. Há uma década. Vi os dois mais velhos a crescer. Os mais novos vi nascer e crescer. Como dizia noutro dia, num comentário a um post da Cocó no Facebook, os filhos dela fazem-me velha e são, ainda que de forma microscópica, um bocadinho meus. 

 

Posto isto, vamos ao que interessa.

 

A Cocó tem no Blog uma rubrica, há uns tempos valentes. A vantagem destas coisas dos Blogs é que dá para encontrar as datas certas. Desde Setembro de 2016.

 

O approach não é novo. Pega em pessoas que investiram numa determinada carreira e que, passados uns tempos, decidem mudar completamente, daí o nome da coisa; "mudar de vida".

 

O conceito não é novo, o nome também não mas, onde a Cocó inova e leva o seu cunho pessoal é nos entrevistados que apresenta (encontrar esta malta implica um trabalho de networking, de pesquisa, de selecção) e depois na forma como escreve, claro.

 

Se uma estação de televisão tivesse uma rubrica com o mesmo conceito e com o mesmo nome, não se estranharia, pois não?

 

E se, além do mesmo conceito e do mesmo nome tivesse também, os mesmos convidados e as mesmas histórias?

 

Aí já cheirava a esturro, não era?

 

É.

 

A SIC Notícias anunciou na semana passada que a partir de hoje terá uma rubrica com esse conceito e com esse nome. E a Cocó descobriu que para além do mesmo conceito e do mesmo nome, também tem muitos dos mesmos convidados.

 

O vídeo divulgado no Facebook da Sic Notícias é um DDW (Digital Done Wrong), cheio de comentários, TODOS sem excepção a creditar a Cocó e a cascar na SIC Notícias. Está tudo sem resposta.

 

É absolutamente vergonhoso que a SIC, cuja casa mãe anda a pedir mais direitos ao legislador para nos impedir de partilhar links para notícias e outros conteúdos, roube o trabalho de outra pessoa sem qualquer esforço para o remunerar ou creditar.

 

Depois venham falar nos Tonys Carreiras e nos Diogos Piçarras. Esses só pecam por se deixarem apanhar. 

 

Já a SIC é "too big to prossecute".

 

E quem se lixa com f de cama, é a Cocó.

 

Ou talvez não.

 

 

 

 

Cara Samsung

O nosso primeiro contacto tem mais de duas semanas, quando telefonei para um dos teus centros oficiais de assistência técnica

 

O meu frigorífico tem as borrachas da porta a entregar a alma ao criador e a porta já não fecha sem ajuda exterior.

Coisa simples, julgava eu. Afinal de contas, estamos a falar de borrachas.

 

Ao telefone, uma vez apurado o modelo em causa, dizem-me "ah, é um equipamento com mais de 10 anos, não há peças para reparação, terá de comprar um frigorífico novo". 

 

Agradeci. Desliguei. Tentei digerir. 

 

Reforço que estou a falar de borrachas de uma porta. Não estou a falar de peças complicadas.

 

Nem de propósito, vejo pouco depois que a Samsung Portugal tem uma conta de Twitter. E vejo porque a conta de Twitter estava a fazer uma brincadeira qualquer com uns telemóveis. Decido apanhar boleia. E surge o primeiro tweet.

jonasnuts1.jpg

A resposta veio célere (e tratam-me Jonas - muito bem).

 

jonasnuts2.jpg

Ora isto foi no dia 9 de Fevereiro.

Desde este primeiro momento e logo no mesmo dia, fui contactada por mail (onde me trataram por Exma. Senhora Maria Nogueira, claro) e por telefone.

E pediram coisas. O modelo. O número de série. E depois o número de série outra vez. E da última vez queriam que eu lhes enviasse uma prova em como tinha comprado o frigorífico. Foi mais ou menos nesta altura que perdi a paciência.

 

Reforço, mais uma vez, que estamos a falar de borrachas.

 

O senhor que me contacta pelo telefone é muito simpático e educado. Quem gere a conta de Twitter também responde rapidamente. 

 

O problema é a falta de resposta efectiva. A empresa não tem outra resposta para me dar, para além do "se o seu equipamento tem mais de 10 anos, tem de comprar outro".

 

Não tem, mas sabe que devia ter, por isso hesita em dar-me a única resposta que tem para me dar, porque receia estar a meter-se numa crise de social media.

 

Empurra com a barriga.

 

Os desgraçados do Twitter já não sabem o que responder-me.

O senhor com quem falo ao telefone também já não sabe o que me dizer, a não ser que estão a ver, estão a tentar, brevemente dirá alguma coisa.

 

E eu concluo que não têm nada para me dizer porque acham perfeitamente natural que uma pessoa compre um frigorífico novo, porque as borrachas da porta se estragaram. Eu discordo.

 

Até é capaz de ser verdade (que não é) e pode ser que eu tenha de comprar um frigorífico novo (que comprarei, mas não para já), mas depois desta experiência, dificilmente comprarei um frigorífico a uma marca que tem este tipo de posicionamento e de resposta ao cliente.

 

A Samsung, por causa duma porcaria duma borracha, que eu vou acabar por comprar online, perde não uma, mas duas oportunidades.

 

A primeira e mais importante, é a de conseguir satisfazer uma cliente. Mantê-la satisfeita, não tanto pela qualidade do produto (a verdade é que as borrachas se estragaram) mas pela qualidade do serviço pós-venda que, para mim, é pelo menos tão importante como o resto. 

 

Perdeu também a oportunidade de fazer fazer um Digital Done Right.

 

Não percebo porque é que esta gente contrata empresas de estratégia digital, para depois andarem a dar tiros nos pés.

 

Não percebo, sequer, porque é que estão nas redes sociais, quando, claramente, deviam focar os recursos em coisas mais úteis.

 

Como por exemplo, fazer borrachas de jeito.

Os especialistas

TweetDeck.jpg

 

A palavra especialista sempre me encanitou, sobretudo quando usada na primeira pessoa.

A minha bio de Twitter é uma sátira a todos os que se auto-apelidam de especialistas, de gurus, de influenciadores, de trend setters e demais parafernália linguística e sinonímia. A parte do "Grafiter que usa pontuação" foi um presente inadvertido de um grande poeta português.

 

Com a desvalorização gradual dos títulos académicos (chegaram à conclusão de que qualquer imbecil faz uma licenciatura) tem havido o movimento contrário das categorias de competências(?) profissionais.

Por isso é que já não é a primeira vez que vejo anúncios a pedir especialistas para estágio. Qualquer pessoa é um especialista.

 

Por exemplo......na apresentação de resultados do primeiro ano do Atelier Digital da Google houve 35.000 indivíduos (trinta e cinco mil, por extenso, para não acharem que foi erro) que levaram para casa (e para os CVs e para o Linkedin) o diploma de "Experts em redes sociais". Só em Portugal.

 

Eu repito: Trinta. E. Cinco. Mil.

 

Trinta e cinco mil alminhas que estão, provavelmente, convencidas elas próprias de que são especialistas porque, afinal de contas, até fizeram um curso da Google que é, como se sabe, a entidade que mais sabe sobre redes sociais, já com provas dadas na matéria. E a Google diz que são especialistas. E se a Google diz, é porque é verdade.

 

E isto sem falar nos especialistas instantâneos self made. 

 

Um especialista é uma pessoa que se especializou. Para se especializar precisou de tempo. Não há especialistas instantâneos. Um curso não faz um especialista. 

Um especialista é raro. É como as divas (auto-link). 

 

Um especialista é alguém que dedicou muitas horas e muitos dias a estudar e a aprender e a fazer e a errar e de mãos na massa sobre um determinado assunto. E quando eu digo muitos, são mesmo muitos. Não é uma licenciatura. Não é um workshop. Não é uma pós-graduação cujo valor académico é o oposto do preço que custa.

 

Ou então é alguém com muita lata. Desses conheço muitos.

 

Isto há-de ser mais amplamente aprofundado em posts que tenho para aqui alinhavados sobre formação e sobre recursos humanos e sobre congressos e oradores, mas este dos especialistas estava atravessado há uns tempos. Foi hoje. 

RGPD - Como ser compliant em 3 passos simples

Tenho visto muitos posts a anunciar workshops que explicam como ficar compatível com o Regulamento Geral de Protecção de Dados que, ao contrário do que muitos julgam, já está em vigor (o que começa em finais de Maio são as penalizações por incumprimento).

 

Como eu dizia, há formação para todos os gostos. Cursos, workshops, palestras, keynotes, é à vontade do freguês. Para todos os gostos e para todos os bolsos, claro.

 

Eu, que estou profissionalmente a endereçar o tema, e que, enquanto utilizadora e possuidora de dados estou atenta, decidi dar uma borla de consultoria digital a todos os que estão à nora (e vão continuar a estar) com estas coisas dos dados pessoais e respectiva protecção.

 

São 3 passos simples, para que não haja lugar a qualquer denúncia e, consequentemente, a multas (que são pesadotas, felizmente):

 

1 - Não te armes em Chico-esperto. Não, tu não és mais esperto que os outros.

2 - Respeita os teus clientes/utilizadores/audiência.

3 - Não trates o teu cliente/utilizador/visitante como se fosse carne para canhão.

 

Pronto. Cumpram estes três passos simples e ficarão compatíveis com o RGPD.

 

Não tem de quê.

Uma vez abandonei a minha avó num hospital

Foi em 2011. 

 

Ligaram-me numa sexta-feira de Novembro a dizer "o lar da avó mandou-a de ambulância para o hospital, porque não gostou do som que ela fazia a respira, podes ir lá tratar de tudo?". E eu fui.

 

Garcia de Orta, de que não tinha grandes memórias, à conta da mesma avó.

 

E acompanhei-a nas (longas) horas que precederam o diagnóstico. E estava lá quando entregaram a radiografia dos pulmões ao médico. E estava lá quando vi a cara do médico a olhar para a radiografia. E soube, naquele exacto momento, que a minha avó não sairia com vida do hospital.

 

Ficou internada na própria urgência, numa área de internamento provisório. 

Fui visitar a minha avó todos os dias. Muitas vezes chegava antes da hora da visita e saía depois desta ter terminado.

 

O momento em que, para as estatísticas, abandonei a minha avó foi quando uma imbecil duma médica me diz "a sua avó está a reagir lindamente aos antibióticos e vai ter alta porque precisamos da cama". Escrevi sobre isso aqui (auto-link).

 

Ora, a minha avó teve alta, e não foi ninguém buscá-la. Tecnicamente foi considerado um abandono. Embora eu tenha lá estado todos os dias e tenha falado com todos os médicos e enfermeiros e assistentes sociais.

 

A minha avó morreu 4 dias depois da médica me ter dito que ela estava muito melhor e pronta para ir para casa.

 

Portanto, quando ouvirem a comunicação social referir números de idosos abandonados nos hospitais, pensem nisto.

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