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Se ao menos eu votasse em Gaia

por jonasnuts, em 23.06.17

Caros motards de Gaia, na sequência do meu post anterior (auto-link), o Presidente da Câmara de Gaia, Eduardo Vítor Rodrigues, deixou o seguinte comentário no meu Facebook:

 

PresidentedaCMGaia.jpg

 

É mesmo ele

De modos que, se não sabiam em quem votar, agora já têm aqui um destinatário à altura. Se eu votasse em Gaia, era certinho (vá, não só por isto, mas também).

 

Não tem de quê :)

 

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Aos presidentes das câmaras

por jonasnuts, em 23.06.17

De repente, as ruas das cidades adquirem uma nova dimensão. Andar de moto faz isso, traz mais dimensões à nossa vida. Nem todas agradáveis, é um facto.

 

Uma das dimensões é a qualidade do piso ou, mais exactamente, a falta dela, mas esse tema abordaremos noutro post (o fabuloso plural majestático).

 

Circulo em Lisboa (e não só) e reparo que algumas vias para BUS têm lá um boneco duma moto. Acho a ideia excelente. 

 

busmotos.jpg

 

O candidato a presidente da câmara que coloque na sua lista de intenções espalhar este conceito a todas as faixas de BUS, ganha uma catrefada de votos. Vá, se não a todas, à maioria. 

 

Assim como assim, com moto ou sem moto pintada no pavimento, as motos já circulam por lá de qualquer maneira, portanto, é só mesmo uma tecnicidade sem grandes efeitos práticos para além de deixarmos de ser multáveis :)

 

Não?

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Tricéfala

por jonasnuts, em 20.06.17

Até há uns dias eu era bicéfala. Agora sou tricéfala.

 

Eu explico.

 

Sabem aquela coisa da Maria patroa e da Maria empregada? Eu era a Maria condutora e a Maria peona (eu sei). 

 

Enquanto Maria condutora irrito-me com os peões que empatam o trânsito, que se metem à beira das passadeiras a mandar passar a malta que pára, que passa nas passadeiras na oblíqua, com os que andam na faixa das bicicletas, etc...

 

Enquanto Maria peona (eu sei) irrito-me com os carros que não param nas passadeiras, com os que me fazem razias, com os que não fazem piscas, com os que buzinam, com os que estacionam em cima das passadeiras, etc...

 

Enquanto Maria motard descubro a tríade da coisa, há muito mais coisas com que me irritar ao volante duma mota, nomeadamente com os senhores da câmara municipal de Lisboa que têm a responsabilidade de zelar pelo pavimento (nos carros também se nota, mas não é a mesma coisa), e tenho a certeza de que descobrirei mais coisas à medida que for aprendendo a relaxar.

 

Fica a nota de que é oficial........ não só já comprei a mota, como já dei umas voltas para me habituar como já vim para o trabalho. E estou a adorar :)

 

Ainda não tem nome, mas há-de ter.

 

19359229_10212723961751039_350421039_o.jpg.jpg

 

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Mudar de vida

por jonasnuts, em 05.06.17

Se há 6 meses e uma semana me tivessem dito que um livro com um título que indicia ser de auto-ajuda (mas que não é bem) me ia mudar a vida, radicalmente, eu não teria acreditado.

 

Mas o que é facto é que um livro pequeno, mal escrito, que não me disse nada que eu não soubesse já, e que passa o tempo todo a dizer uma coisa que eu detesto: "mais tarde compreenderá", mudou radicalmente a minha vida.

 

Chama-se "O método simples para deixar de fumar" (agora parece que mudou de simples para fácil, mas a minha versão é antiga, era simples). Foi-me recomendado pelo Bitaites, e quando eu torci o nariz, porque era um livro de auto-ajuda ele disse: "Jonas, este é diferente". E é.

 

Ora..... eu comprei o livro há bastante tempo. A minha mãe ainda era viva, e fartar-se-ia de estar viva portanto, uma vez que a minha mãe morreu há mais de 2 anos, eu diria que tenho o livro há 4. Sendo conservadora. Acho sinceramente que é há mais tempo.

 

Comecei a lê-lo várias vezes. Mas abandonava. Como disse, o facto do livro estar muito mal escrito, não ajuda. Resisti à porra do livro como nunca resisti a nenhum livro.

 

Até que decidi, no final do ano passado que queria deixar de fumar. E lá comecei a ler a porra do livro (enquanto fumava).

 

Eu tinha uma data marcada, e cheguei à data sem ter terminado o livro. Mas deixei de fumar, às 00h00 do dia 5 de Dezembro. Passei todo o santo dia 5 a trepar pelas paredes com a falta dos cigarros. Cheguei a casa e disse "vou fumar um cigarro"..... epá, já aguentaste o dia todo, vai dormir, a ver se isso passa. Lá fui, dei mais uma volta no livro, mas mesmo assim não o consegui acabar. Dia 6.......a trepar pelas paredes. Um suplício. Mas não fumei.

 

Ao fim do dia chego a casa, sento-me e acabo de ler o livro.

 

E foi um ar que me deu. 

 

Não voltei a fumar um cigarro e não voltei a trepar pelas paredes. 

 

Ai, mas estás a dizer que não custou? Não, estou a dizer que custou muito menos do que tinha estado a custar, e o que custou foi consideravelmente suportável.

 

Há 6 meses que não fumo. Não custa. 

 

O método é este

 

Fiquei tão fã do processo que estou a pensar fazer formação como terapeuta do método. É absolutamente extraordinário, mesmo para pessoas cépticas, renitentes, pouco ou nada esotéricas e que não embarcam nos esquemas dos livros de auto-ajuda.

 

allencarr.jpg

 

Have fun.

 

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Workshops

por jonasnuts, em 30.05.17

Gosto muito de aprender a fazer coisas de que gosto. 

 

É esquisita, a frase, mas é verdade. Gosto de aprender sozinha, ler sobre o assunto, talvez até praticar, e depois fazer um workshop, para ver se ando perto ou se ando longe.

 

É assim com o da culinária, que ando a tentar fazer há uns tempos (não, ainda não recebi o cheque da Academia Vaqueiro (auto-link)).

 

É assim com o da camisola que estou a fazer neste momento, com a Rosa.

 

Quem me conhece sabe da minha panca por colheres de pau (auto-link). Não me perguntem porquê. Apenas gosto de colheres de pau. Gosto de as comprar, gosto, sobretudo de ver alguém a fazê-las e, um dia destes, vou ver se gosto de as fazer.

 

E foi precisamente a Rosa que me falou num workshop de colheres de pau. Fui ver.

 

Desktop.jpg

 

 

É no sábado, lá estaremos :)

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Querida Vaqueiro

por jonasnuts, em 22.05.17

vaqueiro (1).jpg

É só para dizer que ainda não me devolveram o dinheiro que vos entreguei no dia 3 de Maio, por transferência bancária, para pagar duas presenças num workshop que acabaram por desmarcar na tarde da véspera.

 

A contabilidade ainda não teve tempo de emitir o chequezinho, é isso? Estão a calcular os juros?

 

Que falta de profissionalismo, transparência e rapidez.

Já pesquisei alternativas a este curso da Vaqueiro e estou a preparar um post com os resultados da minha pesquisa e das recomendações que recebi :)

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Cursos de cozinha Vaqueiro

por jonasnuts, em 16.05.17

vaqueiro (1).jpg

Eu e o meu filho queremos fazer um curso de cozinha. Daqueles básicos, que ensinam os fundamentos.

 

É uma cena fixe para fazermos a dois e que é útil e que pode ter continuidade.

 

Procurei sítios onde pudéssemos fazer isto, em horários compatíveis com a agenda de ambos, num sítio minimamente central e pedi opiniões. Recebi muito feedback, aparentemente há toda uma nova moda de cursos de cozinha e o que não falta é oferta.

 

Escolhi o curso O ABC da Cozinha, da Academia Vaqueiro, cuja primeira sessão deveria ter sido no sábado, 13.

 

Quando me inscrevi, paguei os €440 por transferência bancária, único método de pagamento disponibilizado pela Vaqueiro. Sim, não é barato. É, aliás, a oferta mais cara, de todas as que vi, e nem sequer fazem qualquer tipo de desconto, a quem está a comprar mais do que um curso.

 

ABCozinha.jpg

Fui avisada na altura de que se não houvesse inscrições suficientes, o curso seria cancelado. Ok, é normal. 

 

Cheguei à semana que antecedia o curso a rezar aos anjinhos para que mais gente se inscrevesse. E a cada dia que passava ficava toda contente, porque o curso não tinha sido cancelado.

 

Quinta-feira estava descansada e sexta-feira mais descansada ainda, não iam cancelar na véspera, depois duma pessoa já se ter organizado para o dia seguinte. 

 

Enfim, enganei-me. Na tarde da véspera recebo um mail a informar que o curso tinha sido cancelado por falta de inscritos. Ora bolas. No mesmo mail perguntavam-me se eu queria a devolução do dinheiro ou se queria inscrever-me noutro curso. Optei pela devolução do dinheiro.

 

E eis que chegamos ao dia de hoje, em que escrevo à Vaqueiro, perguntando educadamente, cadê o dinheiro meus senhores? e recebo a resposta "já pedi a emissão de cheque". Oi? Cheque? 

 

Mas, senhores da Vaqueiro, eu paguei por transferência, não me podem devolver o dinheiro pela mesma via? 

 

Pois que não..... que as devoluções são sempre feitas por cheque, mas que, atenção, mandam para a morada que eu desejar. Pronto, já deverei ficar contente, porque os senhores só usam cheques (para pagar, para receber tá quieto), mas fazem o enormíssimo favor de enviar o cheque para a morada que eu desejar. Pronto, eternamente grata que não mandem o cheque para outra morada qualquer.

 

Obviamente a contabilidade vai demorar uma eternidade a emitir o cheque, e depois vai demorar uma eternidade a processar, e depois uma eternidade a enviar, e uma eternidade até que o meu dinheiro esteja onde nunca deveria ter deixado de estar.

 

E eu pergunto...... valerá a pena? Estes esquemazinhos de mercearia, de chico-espertice, que fazem comichão. No fim do dia, valerão a pena? Justifica? Penso que uma empresa com a dimensão (e o pedigree) da Unilever responderá que não. E no entanto, é o que faz.

 

Outra coisa que eu pergunto é se me recomendam curso básicos de culinária, que preencham os requisitos ali de cima, e que não sejam os da Vaqueiro, claro. 

 

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Caros senhores das finanças

por jonasnuts, em 09.05.17

Adorei saber que tinham lançado uma app.

Fui ver.

 

Instalei e autentiquei-me. Tive pena que não permitissem a autenticação através da impressão digital, mas pronto, paciência, não era um must have, era um nice to have. Ainda por cima, tecnicamente, não é complicado. Mas pronto.

 

Como sou uma cidadã cumpridora, já entreguei a minha declaração pelo que, a app apenas me serviria para saber o estado da minha declaração. Espero que seja apenas o princípio, e que a app cresça em funcionalidades, senão faz-se o download uma vez por ano e só para poupar o trabalho de ir ao site.

 

Fui ver o estado, e agradou-me.

appfinancas.jpg

A "situação", desde 5/5 era "Reembolso emitido". 

Fui logo a correr ao Homebanking confirmar a coisa, que uma pessoa nesta matéria só acredita quando o carcanhol está do lado de cá. Nada.

 

Oh diabo. Desabafei no Facebook e foi aí que uma data de gente culta me informou.

 

"Reembolso emitido" está longe de significar o que as pessoas normais acham que significa. 

Se aparecer "Liquidação processada", a mesma coisa.

 

Em linguagem de pessoas normais, parece querer dizer que já nos devolveram o carcanhol, em linguagem de pessoas das finanças quer dizer que ainda a missa vai no adro.

 

E é aqui que eu pergunto, aos senhores do ministério das finanças......... afinal, a porra da app é para quem? É para o público, leigo na vossa terminologia, ou é para os funcionários do ministério e TOCs?

 

Mão amiga fez-me chegar um organograma dos vários estágios da declaração. Coitada, é viajada, a declaração.

organograma.jpg

Queridos senhores das finanças (ainda não me devolveram o guito, tenho de ser simpática), O que se passa entre o 1º ponto (submetida) e o 5º ponto, ao comum dos mortais, não interessa para nada.

 

Pode, eventualmente, servir para a pessoa perceber que alguma coisa está a andar, mas em nenhum momento vocês podem usar vocabulário que induza as pessoas em erro, sob o risco de as terem ainda mais frustradas do que o habitual uma vez que o assunto mete dinheiro, impostos e atrasos.

Na próxima versão, corrijam estas coisas. Se precisarem de ajuda para traduzir e adaptar textos para linguagem de pessoas normais, eu ofereço-me, que esse é um dos serviços que a minha empresa presta.

 

Muito agradecida. Não tem de quê.

 

 

UPDATE: A Sarah chamou-me a atenção para o facto da linguagem não ser exclusiva da app. Portanto, esta linguagem de jargão técnico financeiro é sinónimo de inépcia transversal a todas as plataformas, não sendo um exclusivo da app. Também posso adaptar os textos do site. Encarece um bocadinho o orçamento, mas valerá a pena.

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Jonas, a motard

por jonasnuts, em 04.05.17

Isto das motas é um mundo e está cheio de truques. Estou farta de aprender cenas.

 

Aparentemente, já tenho mota, porque um amigo de um amigo tinha uma pcx para venda, o negócio parece simpático, e apenas aguardo a devolução do dinheiro do IRS para fechar o negócio. Há-de ser mais ou menos assim:

pcx.jpg

 

 

Portanto, não é uma Peugeot Django, o que é uma pena, mas foi o que se arranjou.

 

Muitas foram as recomendações de aulas de familiarização pelo que decidi seguir os conselhos, e já estão marcadas.

 

Outra recomendação muito frequente, aliás, a mais frequente de todas tem a ver com o equipamento. NÃO SE POUPA EM EQUIPAMENTO. Ok. Qual equipamento?
O ideal é que seja capacete, luvas e casaco. Se não der para tudo, compra-se o casaco depois, mas capacete e luvas, sempre.

E agora? Que tipo de capacete? Que marca de luvas? 
O capacete não vai ser fashion, porque toda a gente me diz que os fashion são uma treta, porque não protegem. Os que são mesmo bons são os integrais, one piece. 
Ainda ando à procura de lojas porreiras onde me possam recomendar estas cenas sem me levarem couro e cabelo.

Seguro, outro mundo. Preciso de um seguro contra terceiros e de responsabilidade civil. Isto dá muito mais trabalho do que o que eu imaginava.
 
Mais as protecções contra roubo, cadeados e afins. E um tracker gps (são baratuchos, online e tenho pena de não ter comprado um para a minha bicicleta, a esta hora saberia do seu paradeiro).

 

A família não gosta da ideia. Provavelmente é uma questão de hábito :)

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Publicidade em blogs

por jonasnuts, em 20.04.17

Vou só deixar isto aqui numa de "how not to". É um problema antigo, acerca do qual já escrevi várias vezes. Todos os dias me chegam propostas idiotas à caixa de correio.

É raro chegar-me uma proposta bem feita, mas já aconteceu. O conceito não me repugna, e sou gaja para escrever sobre coisas que experimente, com marcas com que me identifique, que tenham a ver comigo. Mas a coisa tem de ser bem feita. 

Respondo sempre às raras propostas de jeito que me chegam. Aceito ou não aceito, e se não aceito digo porquê.

Às outras, não respondo e vão directamente para o lixo. E depois há algumas que, por um motivo ou outro, me chama a atenção. Foi o caso da de hoje. 

Começou por me chamar a atenção o destinatário. Enviaram este mail para 3 pessoas. Eu, uma a_espuma, que não conheço e um outro senhor, que sei quem é. Quando vejo o meu nome misturado com o do senhor, normalmente rio-me.

E depois o texto, "tomem lá o privilégio de partilharem o nosso novo conceito, se quiserem imagens peçam, adeusinho e até à próxima."

 

solteiros (1).jpg

 

 

A sério, senhores. Eu tenho uma empresa de consultoria digital, trabalho nesta área, antes de enviarem uma mensagem destas, para quem quer que seja, consultem-me. Não sou assim tão cara. Tomem lá um cheirinho (auto-link), de borla, com umas dicas de como fazer. 

 

Assim, estão a deitar dinheiro fora.

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