Mail de contacto
jonas (arroba) co.sapo.pt
subscrever feeds
links
Recentemente

Bill Maher sobre os profe...

Vende-se (barato, dizem-m...

Tron

Quem deve pagar a crise s...

Atenção - Pais e mães de ...

Prazeres analógicos

Jon Stewart e a Internet

Bullying ou rufias (como ...

Oscars

Em dia de Oscar

A história de Portugal em...

O que é que a Nigella tem...

Os novos abutres

O problema é que já não s...

Qual Bimby, qual caraças

The moon, come to earth

Contradições maternais

Jobs disse (em Portugal n...

A verdadeira questão

Inocência

A importância da língua

Silêncios

Dia dos namorados

E depois....

Abertura do ano judicial

Dia da memória das vítima...

Parece que hoje é dia de ...

Sá Pinto

O humor português é rápid...

A ACAPOR e os downloads i...

Marketing directo

Burrice blogosférica

/me é tia - Take 3

Cara Blogosfera

Convite para um grupo no ...

Haiti

American Idol

Star Wars in concert

A vaga de frio

Caro Governador Civil de ...

Hoje é dia de festa

Os simpáticos

Lá ando eu à volta das es...

Parece que afinal os espa...

Droguem-nos

Refrescante

Sabemos que é a mulher qu...

Acordo ortográfico

Balanços - mas para a fre...

Tarefas cumpridas - Post ...

Arquivo
Quarta-feira, 23 de Dezembro de 2009
As tradições de Natal

Todas as famílias que eu conheço têm tradições próprias de Natal. Seja na cozinha à volta dos tachos, a preparar os doces, seja nas técnicas de acender a lareira, seja na montagem do presépio/árvore de Natal, nesta época, as famílias tendem a criar tradições dentro da tradição.

 

As tradições precisam de ser repetidas, para que se tornem dignas do nome Tradição. Quando duas famílias se juntam, é preciso que se faça um merge das tradições. Numa família em que um dos membros é especialmente esquisito no que toca à comida, é preciso cuidado, e tentativa e erro, nós por cá até já tivemos a lasagna de Natal. Quando se junta uma família que come cabrito com uma que come bacalhau, está o caldo entornado. Pior ainda quando se junta à festa mais um braço da família que elege o marisco.

 

Este ano, parece que não ia haver cabrito. Temos pena, mas apesar de ser quase a única a comer cabrito, não prescindo. Comprei meio cabrito e está ali na vinha de alhos. Por falar nisso, acho que tenho de lá meter umas folhitas de louro. Na volta ainda telefono à minha mãe.

 

Seja como for, estava aqui a tentar lembrar-me das minhas tradições de Natal, aquelas que quero transmitir ao meu filho, e uma coisa são as que se transmitem verbalmente, outra coisa são as que se transmitem pelos actos.

 

Assim, histórias de tradições familiares não lhe tenho contado muitas, mas nos actos, aí sim, as tradições de Natal passam de geração em geração, reforçadas.

 

Na minha família, para que o Natal seja Natal, a árvore monta-se aí dia 22 ou 23, e não há Natal de jeito se a 24 não for preciso comprar presentes. Oeiras Parque, amanhã de manhã. Lá estarei, eu e o meu filho.

 

Sim, porque as tradições são para manter.

(E para que a tradição seja mesmo, mesmo, mesmo apurada, a árvore desmonta-se lá pela Páscoa)



publicado por Jonasnuts às 23:05
link do post | comentar |

1 comentário:
De Sávio Fernandes a 24 de Dezembro de 2009 às 15:20
Então quando voltares do Oeiras Parque - imagino-te ainda na fila de 1,7KM - lês o meu desejo de um Feliz Natal. (:


Comentar post

pesquisar neste blog
 
Ensitel
Quem chega aqui por via duma busca por Ensitel, é ver os episódios aqui:

Take 1

Take 2

Take 3

Take 4

Take 5

Take 6

tags

todas as tags

Comentários
Epa, mas para um resultado desses a pergunta devia...
Isso serve para gravar música. Só que um MacBook c...
Eu tinha um ano quando estreou, mas vi uns anos de...
Por um lado fico contente por ler este post, por o...
Então e isso tira capuccinos ou só café simples? :...
blogs SAPO