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Sexta-feira, 7 de Outubro de 2011

Já ando com esta encasquetada há uns tempos, mas o Nobel da Paz atribuído hoje a 3 mulheres trouxe-me ainda mais dúvidas.

 

Eu sou feminista. Sou feminista porque penso que ambos os sexos, com as suas diferenças, devem ser tratados com o mesmo grau de exigência, com a mesma justiça, os mesmos direitos, as mesmas responsabilidade. Enfim, nada de novo, por aí.

 

Mas é fácil, para mim, pensar e sentir, desta forma politicamente correcta. Fui educada dessa forma. Vivo numa sociedade onde os direitos das mulheres têm evoluído (ainda há muito por fazer, mas tem havido evolução). Sobretudo, têm mudado as mentalidades. Vivo num país ocidental. Tenho acesso a meios de comunicação. Vivo num país livre. Sou filha duma mãe pioneira na sua área (a publicidade, já agora), sou neta de mulheres que, cada uma de sua forma (uma mais que outra, mas mesmo assim) sempre pensaram nelas próprias como iguais, não como inferiores.

 

Não sou, portanto, uma surpresa. Tudo à minha volta apontava para este caminho. Não há grande coragem, ou um grande salto mental, meu, por pensar como penso.

 

A dúvida que me assalta, e que nunca esclarecerei, é; e se eu tivesse nascido numa sociedade diferente? E se eu tivesse crescido com tudo à minha volta a dizer-me que eu era inferior? E se, desde pequenina, eu tivesse sido habituada a ver nos homens seres superiores e nas mulheres seres inferiores?

 

Seria capaz de pensar diferente?

 

É tão fácil, olharmos para as burqas ou, não indo tão longe, para a mulher que apanha do marido e se vai mantendo casada, e pensar "se isto fosse comigo partia a loiça toda".

 

É essa a dúvida. Será que partia?

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Sábado, 19 de Março de 2011

Como é que celebra o dia do pai, um pai que apenas o é para metade dos seus filhos?

 

Alguém sabe a resposta? :)

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Segunda-feira, 30 de Agosto de 2010

Recebi uma cartinha dos senhores advogados da Ensitel e estou para aqui cheia de dúvidas.

 

Não sei se a transcreva para um post, se a mande directamente para a minha advogada, ou ambas as anteriores.

 

Indecisões, indecisões.

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Quinta-feira, 1 de Outubro de 2009

É mesmo uma dúvida que cada vez me assalta mais (a cabra).

 

Quanto é que vale em €€€ no fim do mês, o privilégio de fazermos aquilo de que gostamos?

 

Quantifiquem-me lá isso, que quando eu faço contas, todos os anos aumento o valor ao "fazer aquilo de que gosto", e mesmo assim, as contas são cada vez mais difíceis.

 

Em oposição pensem em "fazer algo de que se goste menos, ser menos boa no que se faz, mas ninguém dá por nada, e a vidinha fica mais desafogada"

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Terça-feira, 22 de Setembro de 2009

Já aqui falei de escolas. Das escolas que o meu puto tem frequentado. Gosto imenso da escola onde está, neste momento, dá-me alguma paz de espírito, e é aberta, não me deixa à porta. É perto da minha mãe e da minha irmã, o que me dá imenso jeito porque, desgraçadamente, à hora a que a porra das escolas terminam, eu estou a trabalhar. Convenhamos, 4 da tarde não é hora de sair do trabalho, por mais liberais que sejam os meus horários (e são). Mas esta mama acaba este ano lectivo. O 6º é o último ano da escola.

 

E agora? Oficial ou particular? Mais perto de casa (onde não tenho apoio familiar), ou mais perto da minha mãe e da minha irmã? Com amiguinhos da actual escola que provavelmente ficarão por ali, ou num sítio sem amiguinhos, mas onde os pode fazer, mais perto de casa? E os rankings? A do Restelo está muito bem colocada, mas não admira, recebe os meninos de todas as escolas privadas ali da zona e é maioritariamente frequentada por pessoas que podem pagar a explicadores. A escola ao pé de casa (é só atravessar a rua) está em 500º lugar do ranking.

 

Dúvidas, dúvidas, dúvidas.

 

E eu a ter de tomar uma decisão depressa, depressa, depressa.

 

E, sobretudo, não estar habituada a estar neste lugar. O das dúvidas.

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Sábado, 27 de Junho de 2009

Não é de agora, é de sempre que me assalta esta dúvida.

 

Porque é que nos bares, onde é suposto as pessoas irem para conversar, há sempre música de dança, aos berros, obrigando as pessoas a gritar em plenos pulmões para se fazerem ouvir?

 

A sério. Não percebo mesmo. E uma vez que há pelo menos 25 anos que me lembro de fazer esta pergunta a mim própria, e o hábito persiste, deve haver qualquer coisa que me está a escapar.

 

Não?

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Segunda-feira, 30 de Março de 2009

Porquê?

 

Sim, que temos de estar preparados para responder às peguntas que os nossos filhos nos fazem, quando abrimos a boca e sai a voz da nossa mãe, a repetir coisa que provavelmente já diziam as gerações anteriores. O meu nunca me perguntou (provavelmente porque eu não lhe digo que não se aponta que é feio), mas just in case, expliquem-me lá.

 

Porque é que é feio apontar?

 

(É isso e beber água da torneira)

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Quinta-feira, 11 de Setembro de 2008

Quando morre o autor de um blog, o que é que acontece ao Blog?

 

Chego a este tema via Maradona, por causa d'O Céu sobre Lisboa.

 

O autor do Blog morreu. Não irá actualizá-lo nunca mais. O que é que vai acontecer ao Blog? Depois de x tempo sem ser actualizado, é removido? Não sei, não conheço a política do Blogspot acerca do tema.

 

E neste momento que me assalta uma dúvida ou, mais apropriadamente, deparo-me com o dilema.

 

Não tenho dúvidas acerca do deveria ser feito. O Blog deveria ser preservado. Ali ou noutro sítio qualquer, devia ser preservado.

 

O meu dilema é ético. Eu consigo, facilmente, ir buscar todos os posts, todos os comentários, enfim, todo o conteúdo do Blog, e pespegá-lo noutro Blog, do "meu" lado. Mas, o que é tecnicamente possível, nem sempre é eticamente aconselhável. Se eu tivesse conhecido o autor (e não conheci) talvez percebesse melhor qual o caminho a seguir. Assim, não sei.

 

Tecnicamente, é fácil

 

Eticamente? Praticamente impossível.

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Sábado, 28 de Junho de 2008

Quero comprar uma bicicleta. Não percebo nada do assunto, mas sei que tipo de utilização é que lhe espero dar. Nas férias (na celestial semana que tenho a sós com ele), e depois, durante o ano, o pontual passeio de fim-de-semana, com ou sem putos. Já percebi que aquilo de que preciso é de uma bicicleta híbrida, daquelas que não são nem carne nem peixe.

 

Depois do que já li, já percebi que Hipermercados (seja genéricos seja da especialidade) são de excluir, e que mais vale comprar numa loja da especialidade, e eu até descobri há pouco tempo uma loja destas de cujo atendimento gostei muito.

 

Mas não gosto de comprar algo, principalmente algo em que vou gastar investir uma pipa de massa, e depender exclusivamente do know-how de quem me está a vender a coisa, e que tem, óbvia e naturalmente, interesses que poderão não ser exactamente os meus.

 

Andei a fazer umas pesquisas. Muita coisa em português do Brasil, imensa coisa em inglês, mas em português de Portugal, e adaptado à realidade nacional (nesta temática a questão geográfica tem importância), muito pouco. E o pouco que existe é demasiado técnico.

 

Vá lá, para mim uma bicicleta tem um volante (sim, eu sei que este não é o nome técnico), duas rodas, os pedais, o banquinho, a corrente e aquela coisa pesada em ferro (eu sei que não é em ferro) que junta estas coisas todas. Ah, e travões.

 

Portanto, se encontro informação que me fala em quadros XPTO, ligas de titânio, suspensões hidráulicas, pedais de clip, amortecedores, cassestes, desviadores, e demais parafernália, esta informação deixa-me mais ou menos na mesma, ou pior, porque se eu acho que tenho de aprender tanta coisa, vamos lá, não é propriamente um incentivo.

 

Acho que vou ter uma conversinha de pé de orelha com os senhores da "minha" loja de bicicletas, para ver se eles fazem uma coisa de jeito para quem, como eu, não pesca nada do assunto, e não quer sentir-se como imbecil, quando visita um site da especialidade (mesmo que esse sentimento se aproxime da realidade).

 

Alguém conhece um bom site, em português de Portugal? (não quero que aconteça como com o tricot, aprendi a tricotar através de um livro inglês, e agora não percebo nada das instruções portuguesas).

 

E, já agora, alguém recomenda alguma bicicleta ou marca em especial?

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Segunda-feira, 18 de Fevereiro de 2008
Hoje acordei à hora do costume (7h30), saí de casa de manhã, à hora do costume (8h15), fiz o caminho do costume pela marginal, debaixo de chuva é um facto, até à escola do puto, onde ele chegou à hora do costume (9h00), fui directa às amoreiras onde tinha uma reunião às 10h00, e cheguei lá às 9h50.

Chovia, de facto, mas, estamos no Inverno, é suposto que chova, nós é que já não estamos habituados.

Só me apercebi da gravidade da situação pelas notícias que ia ouvindo na rádio, e pelas imagens que descobri à noite, nos jornais. Isso e as queixas de quem ia chegando ao SAPO, com banhos tomados em casas alheias, pessoal com uma meia de cada nação porque tinha faltado a luz, rede de telemóvel sistematicamente com quebras, uma alegria.

A minha pergunta é, se isto foi assim por causa de um dia e uma noite de chuva mais intensa, o que é que acontece quando chover a sério?

É preciso tão pouco para deixar a capital de pantanas?
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Quinta-feira, 14 de Fevereiro de 2008
Porque é que quando recebemos uma chamada no telemóvel, se estamos sentados, nos levantamos imediatamente e começamos a andar de um lado para o outro, enquanto falamos?

Quereremos nós explorar ao máximo a portabilidade da coisa? Já que estou a pagar por uma rede móvel, é bom que ela funcione enquanto eu me movo?

Não percebo, mas é certinho, para a maioria das pessoas que eu conheço.
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Quarta-feira, 8 de Novembro de 2006
Este Blog começa a parecer um help-Blog (novo conceito, inventado mesmo agora), tendo em conta que os últimos posts são sempre pedidos de ajuda (o leitor de feeds de RSS , o 007, etc.), a esta post não vai fugir à recentemente criada tradição.

Há uma dúvida que me assalta o espírito há uns anos valentes, aliás, há várias dúvidas que me assaltam os espírito há uns anos, e amontoam-se, são cada vez mais.

Pelos vistos não sou a única pessoa com dúvidas existenciais, como pude comprovar quando descobri este Blog (não, com muita pena minha, não está no SAPO).

Por isso, e inspirada pelo Perguntar não Ofende deixo aqui uma questão, mas gostava mesmo de respostas conclusivas.

Porque é que alguns homens mandam bordar o seu nome (ou as iniciais do seu nome) nas camisas? Quer dizer, eu tenho um filho que anda numa escola que tem uniforme, e entendo a necessidade de identificar a roupa, já que usam todos roupa igual. Mas marco nas etiquetas disponíveis para o efeito. Não escarrapacho com as iniciais do puto na parte de fora das camisolas.

Para que é que serve o nome bordado nas camisas de homens adultos?

Alguém me sabe explicar?
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