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Quarta-feira, 30 de Março de 2011

Gosto muito de livros. Gosto muito de ler. Já gostei mais, é um facto. Houve uma altura em que devorava tudo o que me aparecia à frente. Os meus pais não tinham, sequer, capacidade financeira para me manter alimentada, tal era a voracidade.

 

Não tenho aquela coisa do papel, ahhhh, tenho de sentir o papel e o cheiro, enquanto leio. Não sou da forma, sou do conteúdo. Há muito livrinho lá por casa que me teria dado igual gozo se estivesse em formato digital (não todos, mesmo assim, não todos).

 

Enfim, o livro, a obra, o que lá está escrito pertence a um universo que venero. Venero pelo prazer que me proporciona e porque não consigo fazer igual (nem sequer próximo :).

 

Vai daí que, posto isto, não percebo as pessoas que publicam um livro ou que querem publicar um livro, quando não são escritores por aí além. E hoje, qualquer pessoa publica um livro. E está na moda, publicar livros.

 

Por causa daquele episódio de final do ano, que deu aquela escandaleira toda (estou a tentar evitar dizer o nome da Ensitel, como já se notou), já por mais do que uma vez me sugeriram que escrevesse um livro. No passado também me desafiaram para escrever um livro sobre a cena do Terràvista, e sobre a história da Internet em Portugal.

 

E eu fico a pensar, um livro? Que raio..... tenho um blog e já me vejo à rasca, agora um livro? Para quê, se tenho o Blog?

 

E respondem-me, ah, por causa do prestígio e do dinheiro.

 

O problema é que, na minha opinião, só têm prestígio os bons autores, os que querem mesmo fazer disso a sua vida, os que têm talento. Toda a gente aprende a juntar letras na escola, mas são muito poucos os que sabem escrever. A mesma coisa para o dinheiro. Não conheço nenhum escritor rico. Pode haver uns que tenham mais uns trocos, mas, a grande maioria, são uns tesos.

 

Expliquem-me, porquê a ânsia de escrever um livro, quando não se escreve extraordinariamente bem, e se pode dizer exactamente a mesma coisa, num Blog?

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Segunda-feira, 14 de Junho de 2010

Eu forneço testes vocacionais baratos, aliás, de borla, aqui e agora.

 

Alguns de vocês chamarão a isto senso comum, mas parece que há muita gente a confundir as coisas, pelo menos à minha volta.

 

Aqui fica:

 

Para se ser educador de infância é preciso muito mais do que gostar de crianças.

Para se ser médico veterinário é preciso muito mais do que gostar de animais (e até acho que o ideal é não gostar muito de animais).

Para se ser padre é preciso muito mais do que crer em Deus.

E para se trabalhar na área editorial, é preciso muito mais do que simplesmente gostar de ler. Principalmente se gostam de ler apenas aquelas coisas intelectualóides cujas citações caem bem em qualquer conversa ou, em casos mais graves, aquelas coisas que não se lêem mas que são obrigatórias na biblioteca lá de casa. Dá ar culto. E nada de Margaridas Rebelos Pintos, nem nada desse género, a isso torçam o nariz com ar levemente enjoado.

 

Apliquem isto a quase todas as actividades, e ficam logo com uma série de possibilidades excluídas à partida.

 

E, acreditem, bate certo.

 

Não tem de quê.

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Quarta-feira, 10 de Março de 2010

Já está à venda o 3º volume da colecção Diário de um Banana.

 

Se já conhecem a coisa, sabem que é ir comprar a correr.

 

Se não conhecem, e se (como eu) desesperam porque o vosso filho não lê, comprem já.

 

O meu larga PSP, PS2, PS3, Nintendo DS, Xbox 360, televisão, seja o que for, para ler estes livros. Este 3º volume tem 223 páginas que marcharão em 2 ou 3 dias, quando os livros pequeninos da leitura obrigatória demoram semanas.

 

Foi ele que descobriu que ia sair porque procurou online, foi ele que quis ir à livraria (pela segunda vez) ver se já havia.

 

E mais boas notícias, o 4º já está agendado. As más notícias é que só sai em Outubro.

 

Seja como for, em português chama-se "A última gota" e é editado pela Vogais e Companhia.

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Quinta-feira, 18 de Fevereiro de 2010

Há mais ou menos um ano escrevi aqui sobre as fabulosas crónicas que um professor americano, Philip Graham escrevia sobre Portugal, os portugueses, as nossas idiossincrasias, manias e maneirismos.

 

Na altura disse-o, as crónicas souberam-me a pouco e já não sei porquê, fui ver se por acaso, neste entretanto, não lhe teria passado pela cabeça escrever mais qualquer coisinha sobre a sua estadia em Lisboa.

 

Passou. Não escreveu mais crónicas, mas escreveu um livro sobre a coisa.

 

 

 

As crónicas foram todas muito boas. Tanto, que faz todo o sentido, para mim, comprar o livro.

 

Recomendo-vos o mesmo.

 

 

E de caminho podem ler o Blog do Philip Graham.

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Segunda-feira, 14 de Setembro de 2009

O meu filho tem 11 anos. Anda no 6º ano. Aliás, terminaram hoje oficialmente as férias, e foi hoje o primeiro dia de aulas.

 

Todos os anos desde que a criança começou a usar livros, portanto, já lá vão 5, este é o 6º, que eu, como todas as mães e alguns pais, curto o regresso às aulas. Adoro comprar material novo, adoro os dossiers por estrear, os lápis, os estojos, e a parafernália necessária a um regresso às aulas dentro dos parâmetros.

 

Não desperdiço, a mochila do puto é a mesma desde o 1º ano, e vai fazer, pelo menos mais este. Custou €30. Não vou comprar-lhe uma mochila nova só porque sim. A mesma coisa com os lápis de cor e com as esferográficas e com os marcadores (agora chamam-se riscadores), o que está em condições serve para este ano, o que não presta vai para o lixo. Arranjei duas bolhas, na mão direita, à conta de afiar tanto lápis de cor, para ver se estavam todos bons.

 

Mas divirjo.

 

Esta é a parte que eu gosto. Há, no entanto, uma pequena aldeia Gaulesa....não.....há no entanto uma tarefa, chamemos-lhe sacaninha já que o post trata de putos. Forrar o caraças dos livros.

 

Tem de ser com um forro qualquer transparente, senão não se sabe que livro é. O papel autocolante pega-se a todo o lado, cola onde não deve, não cola onde é suposto, o não autocolante escorrega por tudo quanto é lado, e cada livro demora uma eternidade a ser despachado, para ficar em condições. E olhem que eu não sou esquisita, mas convém que o livro abra e feche como é suposto.

 

O ano passado pensei que bastava reforçar os cantos, e que os livros aguentavam. Puro engano.

 

Já tinha andado à procura deste Kit Salva Livros, que por acaso devia ser Kit Salva Mães, mas pronto, não se pode acertar em tudo, mas não encontrei no ano passado e acabei por comprar umas capas da Ambar, que não serviram em nenhum dos livros.

 

Encontrei desta vez (porque perguntei) na Stapples de Cascais. Custa 6 Euros, podia custar 12 ou 24 que eu comprava na mesma. Despachei 10 livros em 15 minutos (mais coisa menos coisa), e aquilo é uma limpeza. Ao princípio parece complicado, mas não, sem fita-cola, sem porra nenhuma, é um tiro.

 

Não estavam expostos, estavam escondidinhos no armazém, guardados para as encomendas dos espertos e das espertas que já conhecem o truque e estão caladinhos sem dizer nada, e devem encomendar resmas destas coisas.

 

Já tenho pena de não ter conseguido comprar mais, e para o ano, em meados de Agosto começo a procurar.

 

Está explicadinho aqui. É por uma boa causa. Mas se não fosse, eu comprava na mesma.

 

Caraças, grande invenção.

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Sexta-feira, 11 de Setembro de 2009

E, adivinhem lá qual é um dos livros que o puto vai ler na escola, neste seu 6º ano (2º ano do ciclo, para os mais antiguinhos)? Os miseráveis. Sim, esses, os do Victor Hugo.

 

Eu que ando a ver, debalde,  se ele se interessa pela leitura com coisas como Harry Potter, e Dragões e sei lá que mais (já fui a todas), agora vou ter de lhe comprar Os Miseráveis.

 

Querem ver que é com os clássicos que o gajo lá vai? Ou isso ou passa a odiar ainda mais a leitura (provocando assim um maior e mais profundo desgosto nesta mãe, que se há coisa que eu gostava de ver o meu puto a fazer com gosto, era ler).

 

 

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Quinta-feira, 23 de Julho de 2009

Estou neste momento na apresentação do novo livro de Mia Couto, Jesusálem.

 

Estou sozinha, portanto, mais atenta às conversas que me rodeiam. Uma delas chama-me particular atenção.

 

Mas ninguém sabe quem é o Senhor Palomar? Quem será o Senhor Palomar?

 

E eu rio-me.

 

Não porque saiba quem é, vou já avisando, mas porque a coisa está a tomar umas proporções que ultrapassam, acho, as expectativas do próprio.

 

Por isso e porque na realidade, não quero saber :)

 

Deve ser um stress, ser o Senhor Palomar e não saber quem é o Senhor Palomar.

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Sábado, 27 de Junho de 2009

Tive o prazer de estar envolvida na organização do lançamento do novo livro de José Saramago, O Caderno. O SAPO Vídeos transmitiu em directo toda a sessão, houve um passatempo com perguntas dos utilizadores, algumas das quais respondidas pelo autor, durante a sessão.

 

Era suposto ser um evento relativamente breve, 1 hora. Disse-me quem o conhece mais de perto que nenhum evento com José Saramago é breve, e que se iria prolongar. Óptimo, pensei.

 

E a verdade é que se prolongou. Começou às 18h30, e às 21h30 ainda lá estava tudo. No final, as despedidas e o encerramento da coisa. Juntam-se pessoas, numa bicha (desculpem lá, mas para mim continuam a ser bichas), ordeiramente alinhada à frente do autor, a costumeira sessão de autógrafos.

 

Eu percebo a coisa dos autógrafos. Ou melhor, percebia, quando tinha 10 anos, até o Alexandre O'Neill me ter abruptamente retirado o gosto. Mas hoje, não percebo, confesso.

 

Uma coisa é conhecermos os autores, e, porque somos amigos, queremos uma dedicatória, ou querem eles oferecer-nos um livro com dedicatória. É diferente. Existe uma relação. Aquela dedicatória é para mim, pessoa que o autor conhece. Tenho vários livros com dedicatórias. Consigo perceber até o autógrafo por intermédia pessoa. Alguém que pede uma dedicatória para dar um livro a um amigo.....pronto.

 

Agora, o que eu não percebo, é que as pessoas se ponham em bicha atrás de um autor que esteve ali à conversa durante um bom par de horas e que, portanto, deve estar cansado, e comecem a sacar dos saquinhos de plástico onde trazem uma catrefada de livros.

 

Não julguem que estou a exagerar. Vi muita gente com mais de meia dúzia de livros na mão. Do autor, nem um ai, assinou diligentemente todos os livros que lhe deram para assinar. Brincou até com um destes abutres, "Oh homem, isso é a biblioteca inteira", mas sorriu, e assinou.

 

E eu não percebo como é que alguém  que diz gostar de um autor o obriga a estar ali a assinar livro atrás de livro atrás de livro quando, presumo, preferiria estar a fazer outra coisa. Acredito quando me dizem que os autores gostam de se relacionar com os seus leitores, mas uma coisa é relacionarem-se, outra coisa é serem sugados até ao tutano por pessoas que se importam pouco com a pessoa, e que querem é dizer aos amigos "eu já estive com o Saramago", e precisam duma prova, não vão os amigos julgar que estavam a mentir.

 

A sério......salvo raras excepções, e por uns momentos, quando olhei para aquela bicha de pessoas, vi um grupo de vampiros. Eles comem tudo...

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Quarta-feira, 29 de Abril de 2009

Quando eu era miúda, era uma leitora compulsiva. Lia tudo e mais alguma coisa. O que devia e o que não sabia se devia ou não, mas lia na mesma. Foi assim que aos 10 anos li A Taberna. O pecado da gula pelos livros não foi perdoado. A penitência surge-me na forma dum filho que ler, nem pensar. Ca nodja (só vai perceber esta expressão quem tiver filhos mais ou menos da mesma idade).

 

Também por isso esforcei-me por manter uma tradição antiga. Desde que me lembro que o dia da criança, 1 de Junho, não passa sem uma paragem obrigatória pela Feira do Livro. Fui em criança, e era uma festa. Vou enquanto adulta, dar uma seca ao meu filho. Lá lhe compro o livro que ele quiser (e a avó faz a mesma coisa, e a tia também), para ver se ele se entusiasma, mas nada. Alguma banda desenhada (nada contra, antes pelo contrário), mas ler livros que dêem um bocadinho de trabalho, tá quieto.

 

Este ano, não percebo muito bem porquê, decidiram antecipar a Feira Livro. No dia 1 de Junho não haverá Feira do Livro, pelo menos em Lisboa.

 

Portanto, num ano de crise, e num ano em que os objectivos são ambiciosos (meio milhão de visitantes), contem com menos 2. Eu não vou à Feira do Livro, e o meu filho também não.

 

No dia 1 de Junho, procurem-me numa Fnac.

 

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Segunda-feira, 6 de Abril de 2009

Não costumo misturar o meu trabalho com o que aqui escrevo. Mas os agradecimentos não cabiam do outro lado :)

 

O SAPO, em parceria com a Oficina do Livro, disponibiliza a partir das 00h00 do dia 7 de Abril e durante 15 dias, o download gratuito do livro Sei Lá, da Margarida Rebelo Pinto.

 

A ideia original veio, via SMS, a desoras, como é habitual. "Quero que o SAPO se associe aos 10 anos da carreira da Margarida Rebelo Pinto, com o download grátis do Sei Lá. Trata."

 

Tratei. Tratámos. Mas sem contactos não se faz nada. Obrigada ao Paulo Ferreira, dos Booktailors. Eu teria chegado lá, mas não tão depressa como cheguei.

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Quinta-feira, 19 de Março de 2009

Podemos devolver à procedência produtos que tenhamos comprado e que venham com defeito. É o que diz a Lei, embora na prática a coisa não seja assim tão fácil. Adiante.

 

A dúvida que me ocorreu hoje de manhã foi a seguinte:

 

Podemos devolver um livro, alegando defeito, quando este contém erros de ortografia?

 

Custou-me ver na capa do livro um subtítulo com a palavra família, sem acento.

 

 

O que acontece, se eu chamar a atenção para o facto, é ficarem a olhar para mim como se eu fosse alucinada ou atrasada mental. Já aconteceu antes. Acontecerá de novo.

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Sexta-feira, 6 de Março de 2009

Gosto de livrarias. Só compro na Amazon o que de todo em todo não consigo encontrar por cá. Não sei porquê, mas gosto. Assim, quando chegam encomendas da escola do puto, por causa das leituras obrigatórias, percorro as livrarias até encontrar aquilo de que preciso.

 

O problema é que este ano já vai no terceiro ou quarto livro, do plano nacional de leitura, que está esgotadíssimo em todo o lado. O último foi este "guardei as lágrimas no bolso". Esgotado em todo o lado. Na zona do Saldanha não há. No Oeiras Parque também não. Fui a mais de 6 livrarias.

 

 

Prazos? Não sei, podemos encomendar, mas demora entre 1 a 2 semanas.

 

Ora o puto tem um prazo para ler aquilo.

 

Pego em mim, sem sair do meu lugar, e compro online.

 

Caramba.....não ando à procura duma raridade, ando à procura de livros que fazem parte do plano nacional de leitura. Custa assim tanto? É que assim não têm lá muita moral para falarem da crise, e que o negócio dos livros está mau. Eu quero comprar, os senhores é que não têm para vender.

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Quinta-feira, 27 de Março de 2008
Fui convidada para participar no debate "Blogosfera, um problema para as empresas ou um novo universo para as relações públicas?", que vai acontecer no próximo dia 10 de Abril, no Museu da Electricidade (mais informações aqui).

A grande vantagem de fazer o que faço na vida, é que tão depressa tenho a oportunidade de ser convidada para o lançamento do livro de culinária e humor do Arcebispo de Cantuária como, passado pouco tempo, participar em debates como este que a Unicer está a promover.

E o mais engraçado, é que participo nos dois eventos com muito gosto.

Espreitando o CV dos restantes participantes deste debate, chego à conclusão de que gente que é gente, escreveu um livro. Portanto, para que o meu CV passe a ter algum prestígio, tenho de escrever um livro.

Sugestões aceitam-se.
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Quinta-feira, 14 de Fevereiro de 2008
Quem passa por aqui lembra-se do post em que referi as minhas dúvidas e incertezas em relação à forma como o Islamismo vinha referido no livro de História de Portugal do meu filho de 9 anos.

2 dias depois, e com as dúvidas por esclarecer, enviei o pedido de esclarecimento à Porto Editora, usando o formulário disponível no site para o efeito.

Até agora nada. Devem estar à espera que eu me esqueça. O assunto é incómodo. Não me conhecem.

Hoje insisti. Aguardo notícias.
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Quinta-feira, 1 de Novembro de 2007
Sou um bocadinho avessa às cadeias. Só há meia dúzia de Blogs que me fariam aceitar o desafio. Dessa meia dúzia, sei que estou "segura" com três deles, ele e a minha mãe e o macaco. Não alinham nestas coisas. Depois há o Bitaites, os Dias Úteis, o Markl e o Cão e Pulgas.

E foi precisamente o Pedro Aniceto que me lançou um elo desta cadeia.

As instruções são simples, pegar no livro mais próximo, abri-lo na página 161 e transcrever a 5ª frase completa. No meu caso, o resultado desta investigação varia consoante o sítio onde eu estiver sentada, e neste momento estou no meu escritório que tem, essencialmente, livros técnicos. Mas é assim.

O livro mais próximo é o Volume 21 da colecção Baby Blues. Não tem 161 páginas.

Next.

Saber emagrecer, da Professora Isabel do Carmo, da Dom Quixote.
A página 161 é um quadro. Sem frases

Siga

Scrapbooking for dummies

Página 161
5ª frase

Most come with grid lines


E então a quem envio eu o desafio?
A ele (para me mandar dar uma volta, claro), à minha mãe (que me há-de telefonar a perguntar o que é isto), ao Posto de Escuta, ao Bitaites e ao Macaco (só para eles fazerem um post a dizer que odeiam cadeias).

Esta coisa do livro mais próximo não está muito bem pensada. A probabilidade de, no meu caso, ser um livro que não me diz nada, é grande. Assim era mais fixe, vamos à página 12 (a maior parte dos livros tem 12 páginas), mantenhamos a 5ª frase, mas não digamos qual é o livro, os outros que adivinhem. E tem ser um livro que esteja no Top 10 das nossas preferências. Isso é que era :)
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Sexta-feira, 1 de Junho de 2007
Por razões que me ultrapassam, há dias em que ando feita uma barata tonta, de um lado para o outro, de Herodes para Pilatos, para cima e para baixo. Reuniões, apresentações, mini-reuniões, briefings, formações e outras que tais. E chego ao fim do dia , espremo, e sai menos que nada.

São desgastantes e frustrantes esses dias.

Por outro lado, há aqueles dias em que, fazendo exactamente o mesmo que nos anteriores (portanto, as estopinhas na mesma), chego ao fim, e quando espremo, e até saiu qualquer coisa. Muita coisa.

Hoje foi um desses dias. Cansativo, desgastante, mas produtivo.

Não posso falar acerca da maior parte das coisas que fiz (e que o resto da equipa fez, já agora), pelo menos ainda não. Mas durante a próxima semana, alguns desses esforços vão ver a luz do dia. Foi uma semana de 4 dias pouco produtivos, e 1 dia que valeu por 3 ou 4 semanas.

Se fossem todos os dias assim, era excelente.

E ainda deu para cumprir a tradição de ir à Feira do livro, no dia da Criança, comprar livros com os putos. A diferença nesta tradição, é que agora sou eu que os pago :)
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Eu vi o anúncio a esse programa durante o fim-de-s...
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